quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

LANÇAMENTO MUNDIAL: O DESAPARECIMENTO DA DRA. SUN




O Desaparecimento da Dra. Sun
Authored by Leonia Oliveira

List Price: $14.00
lack & White on White paper
390 pages
ISB6" x 9" (15.24 x 22.86 cm) 
BN-13: 978-1495335761 (CreateSpace-Assigned)
ISBN-10: 1495335763
BISAC: Fiction / Action & Adventure
O Mito de Silla, A Profecia Atlante e o Codex Issoaqüilisto são a base para a tese de pós doutorado em Arqueoastronomia da Dra. Sun Hee Eomm.
Contudo a Dra. Sun desaparece diante de 4 milhões de pessoas em Gjengjou durante o lançamento de sua tese!
A Inteligência Mundial tem 72 horas de tempo da Terra Visível para desvendar o mistério, sob o peso de a Terra ser invadida. Os membros da Unidade de Inteligência Suprema descobrem um código secreto e pedem ajuda para as heroínas de Atlântida, A Viagem...
Nesta nova saga Vasti e Hester voltam à Terra Visível e com Seondeok, rainha de Silla, e Leonardo Da Vinci acabam presas em um espaçotempo desconhecido para tentar libertar a Dra. Sun. Porém o desaparecimento da Dra. Sun pode impedir que o tempo atlante não seja suficiente para que a reentrada em Atlântida possa iniciar.
Ada Lovelace, Einstein, Dídimo, Bin Sheng compõe a força tarefa Atlante que juntamente com os membros da UIS tentam ajudar no salvamento.
A Teoria do Acaso, tese de Sun, é comprovada pela experiência do seu desaparecimento e Einstein descobre um novo tempo: o Quase.
Complôs, códigos, traidores, análises genéticas, inteligência artificial e uma civilização perdida, entrelaçados em meio ao cosmo, deixarão Sun reaparecer ou o seu desaparecimento dará fim ao planeta?
Um livro onde a formatação artesanal e os diversos estilos narrativos interagem para se contar a história...
Disponível em CreateSpace eStore: https://www.createspace.com/4638549
e em todos os canais da AMAZON C.O.

domingo, 26 de janeiro de 2014

UMA TEORIA DE ARQUEOASTRONOMIA PODERIA DEFINIR O FUTURO DA TERRA VISÍVEL? .... EM BREVE: O DESAPARECIMENTO DA DRA. SUN

bookcoverprewien

O Mito de Silla, A Profecia Atlante e o Codex Issoaqüilisto são a base para a tese de pós doutorado em Arqueoastronomia da Dra. Sun Hee Eomm.
Contudo a Dra. Sun desaparece diante de 4 milhões de pessoas em Gjengjou durante o lançamento de sua tese!
A Inteligência Mundial tem 72 horas de tempo da Terra Visível para desvendar o mistério, sob o peso de a Terra ser invadida. Os membros da Unidade de Inteligência Suprema descobrem um código secreto e pedem ajuda para as heroínas de Atlântida, A Viagem...
Nesta nova saga Vasti e Hester voltam à Terra Visível e com Seondeok, rainha de Silla, e Leonardo Da Vinci acabam presas em um espaçotempo agressivo para tentar libertar a Dra. Sun. Porém o desaparecimento da Dra. Sun pode impedir que o tempo atlante não seja suficiente para que a reentrada em Atlântida possa iniciar.
Ada Lovelace, Einstein, Dídimo, Bin Sheng compõe a força tarefa Atlante que juntamente com os membros da UIS tentam ajudar no salvamento.
A Teoria do Acaso, tese de Sun, é comprovada pela experiência do seu desaparecimento e Einstein descobre um novo tempo: o Quase.
Complôs, códigos, traidores, análises genéticas, inteligência artificial e uma civilização perdida, entrelaçados em meio ao cosmo, deixarão Sun reaparecer ou o seu desaparecimento dará fim ao planeta?

Um livro onde a formatação artesanal e os diversos estilos narrativos interagem para se contar a história...

domingo, 12 de janeiro de 2014

ARROZ


Eu sou o arroz
E sirvo humildemente,
Não me importa quantos eu alimente ou não.
Eu sou o arroz
E tenho a filosofia do oriente
Não me importa se sou não sou o mais nobre grão.
Talvez porque quem me cultive
Evite até falar alto por entre os arrozais
Em respeito ao meu espírito,
Talvez porque quem me cultive
Deseje ser enterrado em meu meio,
Talvez por isso
Eu não me importe com o valor que me dão.

Pois me dão.

Eu sou o arroz
E todas as minhas espécies sabem
De onde vieram e para onde vão,
Por isso canto uma canção de brisa
E amo a água que me irriga.

Eu sou o arroz
E já estive entre canções de briga,
Vi que a vingança não pode
Construir
Nem destruir,
Pode apenas acabar com uma plantação.

Eu sou o arroz e canto uma canção antiga
Bem uns 15 mil anos têm minha canção.
Não me opus a deixar de ser selvagem,
Quando afundado nos charcos
Vi que recebia carinho, gostei.
Quando plantado em tufos
Achei muito bom
Manterem os amigos unidos
E não semeá-los como grão.

Eu sou o arroz
E canto uma canção humilde,
A canção de um camponês,
O mesmo que me dá ao filho recém-nascido,
O mesmo que me joga sobre os recém-casados.

De fato, eu tive mais sorte que
O trigo
Eu tive mais honrarias
Que o milho
Eu sou o arroz e canto esta canção:
Viemos todos nós no mesmo embarque,
Todos nós, os grãos,
Com todas as outras espécies
E sortimento de afeição
Fomos espalhados para alimentar
E para ensinar
O compartilhamento.
Não viemos para criar represas
Ou nos fazermos diferentes.

Eu sou o arroz
E canto uma canção de amor,
Mesmo moído no pilão,
Sovado sobre o solo,
Eu canto esta canção.
Eu amo como a véspera
Ama o dia
E trans borda com a mudança das horas.
Eu sou o arroz e esta é minha canção.

Não há nada mais lindo
Do que ter o coração livre de magos.
Tudo que está livre pode ser preenchido
Então posso transbordar de amor,
Pois este não toma espaço.
Ao contrário, abre o espaço de nova plantação.
Eu e meus plantados cantamos a mesma canção,
Eles também são grãos.

Não tenho lições para ensinar
A não ser falar do que sempre vi
E se isto for alguma lição
Que sirva de exemplo
Aos cantadores
Que encantam a colheita enquanto cantam.

Porque não desejo de modo algum modificar-me
Ter-me em veneno
Ou me destruir a plantação.

Eu sou o arroz que canta esta canção de agradecimento
Agradeço ao Criador por não servir para fazer nem
Cerveja ou pão.
Mas, se de mim fizerem isto,
Agradeço por me darem esta instrução.

Eu sou o arroz
E minha canção é muito quieta
Quase se pode dizer que nem é canção.
Sou quase monossilábico,
Não brado, não lato, nem respingo.
Sou de várzea, de charco, de grande plantação.
Em qualquer um deles
Nunca me esqueço
Que sou o arroz,
Que vim para servir aos que padecem,
Aos que não se aquecem
Nem com vinho nem com pão.

Eu sou o arroz
E canto como um grão.


leoniaoliveira®(all rights reserved in TRIGO, Amazon C.O.)

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

CONTINENTE

Quando amei
-Ou pensei amar-
Isolava-me em ilhas com alguém.
Neste isolamento perdi vários continentes.

Quanta ignorância aprendi nas ilhas...

Hoje desejo o continente
Eu, você e o continente
E o mediterrâneo todo
Para darmos um passeio.
Um passeio apenas
E voltarmos para casa,
Para os vizinhos e amigos,
Para o meu e o teu sonho,
Que são diferentes
E passionais e alucinados,
Assim totalmente possíveis,
Porque somos possíveis
E por isso nos apoiamos
E podemos crescer
Sem a antropofagia das ilhas,
Sem o canibalismo da carência.


leoniaoliveria® (CONTINENTE all rights registred)

sábado, 30 de novembro de 2013

Não tenho nada que é meu
E tudo que tenho.
Não gosto
Só sinto um grande adeus
Na mente que arrebentar não posso
Para tirar tua imagem
E projeta-la em minha frente.
Mas falta-me a coragem
Para tirar-te da mente.

leoniaoliveira® (all rights reserved)

Adeus
Seus olhos que nunca foram
Já não podem olhar nos meus.
A saudade não vai comigo, dispenso
Vai apenas a dor de não ter conseguido
O que, embora relutante, ainda penso.
Mas digo adeus,
Mais nada.
Nem sei se sigo calada,
Nem sei se sigo,
Mas digo
Adeus.


leoniaoliveira® (all rights reserved)

TRETA!!!: ALTHOUGH LACKING ONE DAY ( versão para o português...

TRETA!!!: ALTHOUGH LACKING ONE DAY ( versão para o português...: Ainda que faltasse um dia E  isso fosse assim como um sol sem cor Ainda sobrariam meus dedos sobre minha guitarra E eu poderia dedil...

domingo, 24 de novembro de 2013

CÃES DE SERRARIA


A noite torce seu rosto
E se apresenta distante
E enquanto eu olho pro moço
Me aparece um gigante
Vestido de verde e rosa
E na orelha diamante
Sentado e todo prosa
Faz de mim seu falante
Ele diz que não consegue
Entender a patifaria
Nem mesmo ele consegue
Entender o que seria
Se ela tivesse lógica
E não tivesse surtado
Mas se ela tivesse lógica
Um dia teria falado?

 

Se ela tivesse falado
A verdade muito óbvia
Óbvio não teria surtado
E por um dedo de prosa
Poderia ter confessado
Que me roubou alguns dias
Em outros tentou roubar
Além do que devia
Mas se fosse confessar
Quem mais nela acreditaria?
Então se põem a ladrar
Feitos cães em serraria
Que cospem o paladar
Porque não conhecem a iguaria.
A calúnia é um ataque
E uma defesa também
Ataca-se ao que não late
E morde-se a quem fez o bem.
Esse moço gigante, então,
Se levante e segue adiante
Beija a minha mão
E vê meus diamantes
Ri com dentes claros
E ri com profusão
Diz-me que não é raro
Quem da mentira faz crença.
Digo-lhe que pelo faro
Sei reconhecer a doença.


leoniaoliveira® (all rights reserved)

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

TRETA!!!: A MUSA

TRETA!!!: A MUSA: A musa, coitada, Era confusa. Não sei se usa Baby- doll ou babador Ou se tão pouco se utiliza De ler a guiza Meu refrão de sof...

sábado, 9 de novembro de 2013

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

MADEIXA

Eu sou minúscula frente à Montanha. Ainda assim ela ma deixa escalar. Acho que ela gosta de gente pululando em si, gosta do toque em suas escarpas, do afofamento em sua neve que deve ser algo como uma cócega.
Sua seda pura, sua seda em rama tem a alegria da ciranda, das festas com fogueiras ou do fogão das casas rústicas agora substituídos pelos aquecedores.
Seus carvalhos brancos unidos dão-lhe mais força, não que necessária, mas que guardiã. A água que lentamente congela é um prestígio para as manhãs.
E o ar que garante aos meus pulmões a alegria do reencontro com o puro oxigênio, dando-me a liberdade única do que é livre unicamente no mundo: respirar.
Diante  da imensidão que convida é lindo perceber esta palavra de origem primitiva: madeixa. Primitiva como a montanha, vinda de orientes árticos e desde sempre. A meada pequena sou eu, a porção de fios somos todos nós.
Minhas mechas loiras primitivas que agora deixo virem espontaneamente, como a montanha me deixa escalá-la.
Metaxa que nos agasalha com a rama dos carvalhos trançados em seus fios de lã de neve. Com seu frio aglutinando o cenário todo.
Parece uma moça alegre que brinca conosco e ri muito e se alegra demasiado com nossa visita.


sábado, 26 de outubro de 2013

TRETA!!!: SÉPTALA

TRETA!!!: SÉPTALA: Posto que viste tímida Ainda assim eras cálida Séptala... séptala... séptala ®leoniaoliveira ( all right reserved )